COVID-19 é uma doença contagiosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2. Em janeiro de 2020, a doença se espalhou mundialmente, resultando na pandemia de COVID-19.
Os sintomas da COVID‑19 podem variar, mas geralmente incluem febre,[7] fadiga, tosse, dificuldades respiratórias, perda do olfato e perda do paladar.[8][9][10] Os sintomas podem começar de um a catorze dias após a exposição ao vírus. Pelo menos um terço das pessoas infectadas não desenvolve sintomas perceptíveis.[11][12] Entre aqueles que apresentam sintomas suficientemente evidentes para serem classificados como pacientes, a maioria (81%) desenvolve sintomas leves a moderados (até pneumonia leve), enquanto 14% apresentam sintomas graves (dispneia, hipóxia ou comprometimento pulmonar superior a 50% em imagens), e 5% apresentam sintomas críticos (insuficiência respiratória, choque ou disfunção multiorgânica).[13] Pessoas mais velhas têm maior risco de desenvolver sintomas graves. Algumas complicações podem levar à morte. Algumas pessoas continuam a experimentar uma série de efeitos (COVID longo) por meses ou anos após a infecção, e danos a órgãos já foram observados.[14] Estudos de vários anos sobre os efeitos a longo prazo estão em andamento.[15]
A transmissão da COVID‑19 ocorre quando partículas infecciosas são inaladas ou entram em contato com os olhos, nariz ou boca. O risco é maior quando as pessoas estão próximas umas das outras, mas pequenas partículas no ar contendo o vírus podem permanecer suspensas no ar e viajar por distâncias maiores, especialmente em ambientes fechados. A transmissão também pode ocorrer quando as pessoas tocam os olhos, nariz ou boca após tocar superfícies ou objetos contaminados pelo vírus. As pessoas permanecem contagiosas por até 20 dias e podem espalhar o vírus mesmo sem apresentar sintomas.[16]
Os métodos de teste para a COVID-19, destinados a detectar o ácido nucleico do vírus, incluem a reação em cadeia da polimerase com transcrição reversa em tempo real (RT‑PCR),[17][18] amplificação mediada por transcrição,[17][18][19] e amplificação isotérmica mediada por loop com transcrição reversa (RT‑LAMP)[17][18] a partir de um swab nasofaríngeo.[20]
Várias vacinas contra a COVID-19 foram aprovadas e distribuídas em diversos países, muitas das quais iniciaram campanhas de vacinação em massa. Outras medidas preventivas incluem distanciamento físico ou social, quarentena, ventilação de espaços internos, uso de máscaras faciais ou coberturas em público, cobrir tosses e espirros, lavagem das mãos e evitar levar as mãos não lavadas ao rosto. Embora medicamentos tenham sido desenvolvidos para inibir o vírus, o tratamento principal ainda é sintomático, controlando a doença por meio de cuidados de suporte, isolamento e medidas experimentais.